Triage X 7 PDF

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Författare: Shouji Sato.
ÜBER DEM GESETZ

Estação de triagem, Suippes, França, I Guerra Mundial. Apenas emergências com situações de vida ou de morte têm prioridade sobre os sistemas de triagem. Triagem é o processo pelo qual se determina a prioridade do tratamento de pacientes com base na gravidade do seu estado. Este processo raciona eficientemente os cuidados quando os recursos são insuficientes para tratar todos os pacientes de imediato. O termo tem origem no francês trier, que significa separar ou seleccionar.

Existem dois tipos de triagem: simples e avançada. A triagem pode ter como objectivo determinar a ordem e prioridade dos cuidados de emergência, a ordem e prioridade do transporte de emergência ou ainda o destino do transporte do paciente. A triagem pode também ser usada para pacientes que dão entrada nos serviços de urgência ou em sistemas telefónicos de aconselhamento médico, entre outros. Este artigo cobre o conceito de triagem aplicado nas emergências médicas, incluindo os cuidados pré-hospitalares, desastres e durante o tratamento nos departamentos de urgência. A triagem teve origem na I Guerra Mundial por parte dos médicos franceses que prestavam cuidados de emergência nos hospitais de campanha perto das frentes de batalha.

Aqueles para quem a atenção médica imediata poderá ter influência no prognóstico. Este modelo simplista pode ainda ser aplicado hoje em inúmeras situações de urgência, sobretudo quando apenas existem um ou dois paramédicos para vinte ou mais pacientes. Contudo, uma vez disponíveis os recursos materiais e humanos, os paramédicos optam pelo modelo de triagem adoptado pela sua unidade de saúde. A abordagem moderna é mais científica. O prognóstico categorização da vítima é frequentemente o resultado de avaliações fisiológicas.

Alguns modelos de triagem, como o START, fazem uso de dados, podendo até ser calculados com a ajuda de algoritmos. A triagem simples é habitualmente usada no local de um acidente ou num cenário de desastre com múltiplas vítimas, de forma a categorizar pacientes entre aqueles que precisam de atenção crítica e transporte imediato daqueles com lesões menos graves. Este passo pode ser iniciado antes mesmo do transporte estar disponível. Não se destina, contudo, à supervisão ou instrução de pessoal ou técnicas médica. O modelo foi desenvolvido no Hospital Hoag em Newport Beach. Aqueles com ferimentos ligeiros, que não necessitem de cuidados urgentes.

Na triagem avançada, os médicos podem decidir que determinados pacientes com lesões muito graves não devem receber tratamento avançado porque é improvável a sua sobrevivência. Os recursos devem assim ser orientados para pacientes com lesões menos graves. Uma vez que o tratamento é intencionalmente retirado de determinados pacientes, a triagem avançada tem implicações éticas. Na Europa Ocidental, o critério usado para a inclusão de um paciente nesta categoria é uma pontuação traumática fixa ou abaixo de 3. Uma pontuação de 6, para „improvável de sobreviver“, pode também ser usada em cada uma das três categorias, e imediatamente calcula o valor final para 75, independentemente dos outros valores.

O uso da triagem avançada pode ser necessário quando profissionais médicos decidem que os recursos disponíveis não são suficientes para todas as vítimas. A prioridade do tratamento pode levar em conta o tempo necessário para os cuidados médicos, quantidade de medicamentos ou outros recursos limitados. Isto acontece em desastres como erupções vulcânicas, trovoadas e descarrilamentos. Torna-se tarefa das autoridades médicas nestes cenários a categorização de algumas vítimas como não tendo esperança, de forma a evitar tentar salvar uma vida à custa de muitas outras.

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